por Estúdio MUUH

Acabamentos: Ebanizado | Albanizado | Natural
Dimensões : C| 240 – 500 x A| 76 x P| 100 – 200 cm
Madeira : Tauari
Ref.: MO-1

Observação: Imagens Ilustrativas

PROCESSO

Conheça mais detalhes de nossos produtos e veja o que há por trás de
cada processo e material que constituem nossos produtos.

MOEMA

Prezamos por utilizar madeiras certificadas e de qualidade. Além da beleza estética das matérias-primas nativas licenciadas, a densidade é um fator importante na escolha das espécies de madeiras que selecionamos. Esta característica física torna possível a elevação da qualidade dos acabamentos, melhora a precisão dos cortes e garante uma excelente durabilidade do móvel. Sabemos que ter uma matéria-prima de qualidade a disposição não basta para ter um bom produto finalizado, por isso buscamos trabalhar somente com marceneiros que dedicaram suas vidas a trabalhar com madeira. Profissionais de excelência que possuem um know-how capaz de transcender de forma substancial as limitações técnicas e tornar possível o desenvolvimento de cada um dos produtos desenvolvidos em madeira.

Temos orgulho de trabalhar com profissionais experientes e no caso de acabamentos, confiamos nossas peças somente a profissionais que carregam décadas de experiência em pintura. Somente o tempo é capaz de tornar um profissional referência do que faz, olhos que são capazes de ver o que muitos olhos não veem, mãos que carregam habilidades adquiridas não somente pela repetição, mas pela paixão em tornar um produto uma peça finalizada. A precisão da aplicação de cada leque que sai da pistola de pintura, a revisão minuciosa de cada superfície do produto, são características que observamos e valorizamos, pois sabemos que o acabamento é um aspecto importante na relação entre pessoas e objetos.

MOEMA

INSPIRAÇÃO

Todos os nossos produtos possuem um universo criativo por trás de cada
peça. Aqui é possível ver um pouco do que inspira nossos designers a
desenhar nossos móveis.

Moema, Victor Meirelles, 1866.

“Copiosa multidão da nau Francesa
Corre a ver o espetáculo assombrada;
E ignorando a ocasião da estranha empresa,
Pasma da turba feminil, que nada:
Uma, que às mais precede em gentileza,
Não vinha menos bela, do que irada:
Era Moema, que de inveja geme,
E já vizinha à nau se apega ao leme.”
Caramuru, Santa Rita Durão, 1781, Canto VI.

O nome Moema com o passar dos anos sempre foi utilizado, juntamente como outras palavras de origem Tupi, para nomear cidades, locais e pessoas. Este rico universo linguístico busca resgatar nomes indígenas como símbolo da valorização cultural brasileira e toda a historicidade nativa. No que tange a associação da mesa em questão à personagem do poema escrito pelo Frei Santa Rita Durão, salienta-se a influência da brilhante obra de Victor Meirelles, intitulada “Moema”, como fonte infindável de elementos estéticos. Por fim, podemos dizer que tanto no aspecto formal, quando no conceitual a Mesa Moema busca ser uma peça que nasce brasileira em totalidade, tanto em forma, como em essência.